domingo, 28 de setembro de 2008

À Força ou Diplomacia

Medida adotada por governo Equatoriano Correa é drástica e sem ação diplomática. Acusações de duro cunho em relação a construtora brasileira Odebrecht, posto que entregou no prazo a hidrelétrica no ano de 2007 apresentando falhas somente em 2008 gerando transtornos e interrupção do fornecimento de energia ao país segundo informação do governo Correa.
Parece-nos uma sátira na América do Sul está ação, invadir instalações de empresas privadas a força do exército do país em questão, não obstante demonstrando o poderio do governo sobre empresas privadas dificultanto o investimento de futuras empresas neste paíse como Bolívia, Venezuela e agora o mais novo integrante deste tipo de medida Equador
Á fim de que matenha-se uma "amizade" entre países vizinhos vizando a boa relação com muita diplomacia devemos usar de cautela quando deixamos imperar a força e não o debate ou a negociação.Portanto por favor senhores, mas negociação ou invés de força, não obstante a diplomacia é fundamento do atual segmento capitalista.Fonte de leitura Diário do Comércio, ótima ferramenta para a ato da leitura dia-a-dia.
Correa expulsa Odebrecht do Equador Presidente acusa construtora brasileira de falhas na construção da segunda maior hidrelétrica do país.Agência Estado - 23/9/2008 - 20:29
QUITO - A ordem do governo equatoriano para que o Estado assuma os bens da construtora brasileira Odebrecht no país implica na expulsão da empresa do país, declarou o ministro de Setores Estratégicos, Derlis Palacios. "Sim, é uma expulsão", afirmou ele ao ser perguntado sobre a medida do presidente Rafael Correa. A empresa é acusada pelo governo de ter cometido falhas na construção de uma usina hidrelétrica. Correa ordenou nesta terça-feira, 23, a militarização imediata das obras que estão sob responsabilidade da Odebrecht, entre elas uma outra hidrelétrica, uma rodovia e um aeroporto. Os funcionários da empresa também foram proibidos de sair do país Segundo Correa, a Odebrecht, que tem um longo histórico de construções no país, é investigada no Equador por corrupção. Ele declarou que algumas obras eram concluídas com "um terço de capacidade e o triplo de custo."

A usina de San Francisco está localizada no centro do país e responde por cerca de 12% da capacidade energética do Equador. Ela é a segunda maior do país e foi inaugurada no ano passado, mas desde 6 de junho vem apresentando falhas técnicas que a obrigaram a interromper a geração, colocando em risco o abastecimento de energia do país andino.

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