quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Injeção no Mercado Capitogoísta

Injeção no Mercado Capitogoísta
A calamidade do mercado financeiro mundial, obrigou os bancos a tomarem inicitiva emergêncial a fim de amenizar crise do mercado. Será um colapso mundial? Não apenas uma quase "imperceptível crise" palavras do nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nos leva a crer que está totalmente enganado e infeliz neste comentário despreocupado.
No entanto, a Bovespa reage bravamente contra a crise, mediante injeção de ânimo do bancos Eurupeus, Americanos e Chineses em investimentos e empréstimos a seguradoras a fim de manter instável o mercado financeiro mundial. Não obstante o porque aplicar a união e injetar investimentos para conter a economia apenas quando há crise? Isso reflete claramente que países desenvolvidos tem a economia mundial nas "mãos" e que a união só acontecesse quando é de interesse de todos, visando apenas a individualidade de cada país.
Todavia se parassemos um pouco para analisar a dificuldade de países subdesenvolvidos e emergentes obteria êxito no caso de haver investimento em controlar a economia (dos mesmos) por parte dos países desenvolvidos, sito EUA, França, Inglaterra, Alemanha e China. Planos de investimentos com mão de obra barata (posto que trata-se de uma realidade em comparação há países desenvolvidos), investimento em infraestrutura, tecnologia e educação qualificando a mão de obra barata, teriamos uma economia mundialmente fortalecida e uma porta de escape no caso de haver crise no mercado mundial.
Entretanto sabemos que este é sonho dourado e distante da realidade, de maneira nenhuma quaisquer país desenvolvido investiria recursos a fim de aquecer o economia de países subdesenvolvidos e emergentes a fim de diminuir a larga posição em relação aos desenvoldios.Talvez seja necessário um colapso no mercado de tal forma que a idéia seja no minímo uma proposta favorável para diminuição da desigualdade social da nossa economia mundial. Afinal vivemos não tão distantes um dos outros, no mesmo planeta, portanto não deveriamos ser tão indiferentes a realidade de tantos outros.
Que haja mais crises destas a fim de unir o mercado, de modo a faze-los repensar os conceitos e dogmas impostos por uma sociedade exageradamente consumista e totalmente capitalista se não capitogoísta.
Operação de guerra para enfrentar turbulências
Ásia e Europa sofrem. Brasil reage.
Agência Estado - 16/9/2008 - 22:31
Daniel Rowland/AP
Bancos centrais, de várias partes do mundo, acionaram planos emergenciais para conter a calamidade financeira que se espalhou pelo mercado. A ordem do dia era garantir a liqüidez e bilhões de dólares foram injetados nas economias. OFed, banco central dos Estados Unidos, o Banco Central Europeu (BCE) e o os bancos centrais do Japão, da Suíça, do Reino Unido e até da Índia atuaram no mercado aberto ontem, pelo segundo dia consecutivo, respondendo às persistentes preocupações com o risco de crédito.
O Fed socorreu a principal companhia de seguros dos Estados Unidos, American International Group (AIG), com um empréstimo de US$ 85 bilhões, uma ação esperada pelo mercado, principalmente depois que grandes agências de avaliação de risco rebaixaram a graduação da seguradora. O BCE anunciou ter injetado 70 bilhões de euros (US$ 99 bilhões) no mercado monetário durante a noite, depois de ter colocado 30 bilhões de euros anteontem. O Banco da Inglaterra ofereceu ontem 20 bilhões de libras (US$ 35 bilhões) em fundos para os bancos num arranjo de refinanciamento de dois dias, afirmando que se tratava de uma resposta às condições de mercado de curto prazo. O BC Indiano também aplicou sua quota de liqüidez, e destinou US$ 1,32 bilhão para conter expectativas de seu mercado.

O Banco Nacional da Suíça ofereceu fundos adicionais em um leilão de recompra no overnight. Um porta-voz da instituição disse que o banco está monitorando de perto os mercados financeiros e que irá "generosamente fornecer liquidez" no mercado aberto. O Banco do Japão injetou hoje 2,5 trilhões de ienes (US$ 24 bilhões) no mercado aberto e disse que irá trabalhar para assegurar a estabilidade.
Ásia e Europa sofrem. Brasil
Divulgação
reage.
A terça-feira amanheceu como um repeteco da segunda-feira, com as bolsas desabando na Ásia e Europa. E esse comportamento tinha tudo para se repetir nos Estados Unidos e na Bovespa, onde as ações também despencaram em boa parte da sessão. A bóia de salvação que permitiu um fechamento em alta veio da manutenção da taxa básica de juros nos Estados Unidos. Embora o Federal Reserve (Fed) tenha mantido a taxa básica de juros inalterada em 2% ao ano. O Ibovespa subiu 1,68%, aos 49.228,92 pontos. No mês, as perdas foram ligeiramente reduzidas, para -11,59% e, no ano, para -22,94%. O giro totalizou R$ 6,466 bilhões. O Dow Jones avançou 1,3%, aos 11.059,02 pontos, o S&P teve alta de 1,75%, aos 1.213,60, e o Nasdaq, de 1,28%, para 2.207,90 pontos. O quadro que se montou nas bolsas na tarde de ontem foi bem diferente do que se viu pela manhã, quando o arrastão da véspera se espalhou pelas bolsas asiáticas e se repetiu na Europa. O mercado londrino fechou em queda de 3,53%, Paris perdeu 1,96% e Frankfurt caiu 1,63%.

Na Ásia, onde alguns mercados não funcionaram ontem por causa de feriado, as perdas foram igualmente graves. Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 5,44% e terminou aos 18.300,61 pontos, o pior fechamento desde 27 de outubro de 2006. Na Bolsa de Taipé, o índice Taiwan Weighted perdeu 4,9% e encerrou aos 5.756,59 pontos, o pior fechamento desde 28 de outubro de 2005. O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coréia do Sul, encerrou no menor nível desde março de 2007, com uma perda de 90,17 pontos, ou 6,1%, aos 1.387,75 pontos. As duas principais bolsas da Rússia encerraram a negociação de ações antecipadamente, após as perdas acentuadas da manhã. Câmbio - O dólar desacelerou no fechamento. No balcão, encerrou em alta de 0,33%, R$ 1,82. Na BM&F, o pronto subiu 0,66%, a R$ 1,819 - de R$ 1,818 no piso.
O Banco Central voltou a não realizar leilão de compra no mercado à vista, pela quarta sessão consecutiva, pois optou por suspender a compra da moeda americana, a fim de não adicionar ainda mais volatilidade ao mercado.

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