sábado, 13 de setembro de 2008

Piratas na Mira da Prefeitura

Piratas na Mira da Prefeitura

Globalizada e ajustada a uma sociedade em total fase consumista, a era da informática tem obtido demanda em produtos e serviços, destacando-se os softwares. No entanto, o alto preço dos softwares tem feito os consumidores apelar p/ pirataria, ja que o custo é barato e o efeito quase perfeito.
Porém projeções indicam que a pirataria esteja em fase crescente no Brasil no que refere-se a software, não obstante ainda destaca-se no ranking mundial em termos de produtos pirateados reflexo negativo para o país. O mercado da ilegalidade de software tem lucrado, já que não há cobrança de impostos e quaisquer taxas sobre o produto em circulação. Entretanto tem sido avaliado com cautela o mercado de pirataria de sofwares por orgãos competentes como a prefeitura, polícia federal juntamente com empresas legalizadas para desobistruir o mercado consumidor dos produtos piratedos.
Medidas como fiscalização com total rigidez seguida de apreensão da mercadoria tem surtido efeito limitando a demanda de software pitaras, a campanha "Cidade Limpa Digital" é uma ação da prefeitura para o problema em questão. Posto que o mercado movimenta bilhões ao ano, a campanha "Cidade Limpa Digital", reforça o interesse da prefeitura e as empresas em reverter o quadro para que o consumidor tenha acesso aos produtos, obtendo descontos na aquisição dos mesmos sendo legalizados.
A fim de que haja um mercado consumista e legalizado de sofware para assim aquecer nossa economia e descrecer ainda mais a colocação do Brasil em rankig mundial de pirataria de software. Parabéns à prefeitura com a campanha "Cidade Limpa Digital" programa contra a pirataria digital. Parabéns à prefeitura com a campanha "Cidade Limpa Digital" programa contra a pirataria digital.Abaixo segue matéria, fonte Diário do Comércio

Convênio permitirá desconto na compra de softwares legais
Programa "Cidade Limpa Digital"
está voltado para empresas e atacará a pirataria.


Mercado negro de softwares movimenta US$ 1,627 bilhão só no Brasil.A Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes) e a Empresa de Tecnologia de São Paulo (Prodam), da Prefeitura, lançam na próxima segunda-feira o convênio "Cidade Limpa Digital", que visa a estimular empresas paulistanas a adotar os chamados "softwares profissionais" originais, tais como os pacotes Office e várias opções de antivírus. Quem aderir ao programa terá direito a descontos nos produtos originais, que vão variar de 5% a 30%.

O convênio é mais uma tentativa da Abes e do poder público de desestimular o lucrativo mercado de programas piratas de computadores, que somente em 2007 movimentou US$ 48 bilhões em todo o mundo, sendo US$ 1,627 bilhão apenas no Brasil. A Abes ainda não detalhou como vai incentivar a adesão das empresas aos softwares de origem legal. O que se sabe é que grandes companhias do setor, como Oracle, Microsoft, IBM, Autodesk, Borland e McAfee já se comprometeram em conceder os descontos de 5% a 30%, dependendo do programa. Haverá outras maneiras de coibir o uso de programas ilegais, mas elas não foram revelados pela Abes. De qualquer modo, os descontos e outros atrativos serão anunciados em campanhas publicitárias e em contatos diretos com as empresas interessadas no programa.

O combate aos softwares ilegais promovido pela Abes e pela Prefeitura visa minimizar o crescimento das vendas de programas piratas em locais como a rua Santa Ifigênia, famoso reduto de produtos eletrônicos (legais e ilegais) de São Paulo. Coincidência ou não, em breve a rua Santa Ifigênia deverá abrigar um prédio da Microsoft, uma das fabricantes de programas legais.

Números – Os recentes números sobre o mercado pirata de softwares reforçam essa preocupação com o lucrativo mercado ilegal, apenas com a venda de programas de computadores a redes de pirataria no Brasil e no mundo. Recente estudo elaborado pela entidade
Mário Ângelo/AE Ação do DEIC na 25 de Março apreendeu 1,5 milhão de mídias piratas.que representa diversas empresas de software, a norte-americana Business Software Aliance (BSA), revela que os prejuízos com a pirataria no mundo saltaram de US$ 8 bilhões, em 2006, para US$ 48 bilhões no ano seguinte.

O que chama a atenção é que o mesmo estudo aponta que houve uma redução no uso desses softwares ao redor do planeta: dos 108 países pesquisados, 64 (incluindo o Brasil) reduziram o uso de programas piratas e apenas 11 apresentaram aumento na comparação entre 2006 e 2007. Outros países pesquisados revelaram uma estagnação nesses números.
Queda – Para a BSA, o acesso aos microcomputadores de usuários de países emergentes explicaria o aumento nos prejuízos das empresas de software. Ao mesmo tempo, países como Brasil e Rússia (líder na preferência dos piratas, seguida pela China) intensificaram a fiscalização desses produtos, o que comprovaria o decréscimo no número de programas piratas.
Por meio de assessores, o diretor da BSA Brasil, Frank Caramuru, disse vários países estão progredindo no combate à pirataria. "Progredimos na guerra contra o software pirata para microcomputadores, o que é uma boa notícia para governos, usuários finais, empresas e para o setor", disse.
Uma dessas frentes de combate é a atuação da polícia na prisão dos piratas. Esta semana, por exemplo, o Centro da cidade foi palco de duas ações policiais. Na terça-feira, os policiais realizaram uma operação voltada à apreensão de CDs e DVDs musicais e filmes na região do Terminal Parque Dom Pedro II.
Blitz – Ontem houve outra operação, com uma grande quantidade de CDs e DVDs apreendidos no interior da Galeria Pajé, localizada na região da 25 de Março. Nessa ação, policiais do Departamento Estadual de Investigação contra o Crime Organizado (DEIC) apreenderam 2,6 milhões de CDs e DVDs pirateados. A polícia acredita que o valor total da mercadoria é de R$ 250 mil, mas que nas mãos dos piratas poderia render mais de R$ 7,5 milhões (levando em conta o preço de R$ 5 por CD ou DVD).

No Brasil, em 2007, o combate à pirataria no setor registrou 718 ações, que resultaram na apreensão de 2.253.546 milhões de CDs contendo programas piratas, um aumento de 150% se comparado às apreensões do ano anterior. “Acreditamos que para um combate efetivo é indispensável aliar ações repressivas, educativas e econômicas", disse o coordenador de antipirataria da Abes, Emílio Munaro

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