quarta-feira, 15 de julho de 2009

PAIXÃO À FLOR DA PELE

Encontros e desencontros. Poxa vida! E quem consegue domar isto? Quem consegue acertar? Fico com o coração apertadinho e na mão, devido a tantos desencontros destes aí. E sempre tem alguém querendo destruir algo tão belo que está prestes a eternizar, a manifestar puro e inteiro. Mas sei de algo. Não adianta fugir, não adianta correr, não adianta ir para longe, o que é "seu" vem para você. Assim, como bem disse Machado de Assis "Não precisa correr tanto;o que tiver de ser seu às mãos lhe há de ir." Quero crer com todas as forças nisto, que de certa forma virá às mãos, pq espero tão pouco, o muito pra mim não vale quase nada para alguns. E tempo é tão precioso. Às vezes falta. Falta aquele encontro, aquela ocasião, aquela oportunidade que nunca houve... nem se quer pra dizer "ola"...


E mais uma vez minha seção-doce-melancolia, que perdura de um jeito tão bom! Sinto-me agraciada, sinto Deus querendo falar, sinto algo que sinto que não sei explicar. Essa boa nostalgia que faz apreciar tudo ao redor. Tudo! E neste filme, com essa música, cada toque do piano, suave, leve bonito (eu amo!), a cena dos cabelos encaracolados e loiros dançando p/ ele de camisola, querendo atenção, no jeitinho mais dengoso, jeitinho de quem está querendo brincar, fazer brincadeira gostosa, olhar e dar risada e pra lá e pra cá, mãos para o alto. Uma ansiedade enorme no encontro dos dois, na ânsia do toque, das sensações diversas. Um dos momentos mais lindos quando ela está ajoelhada e sente mesmo de costas a presença dele. ....tão lindo e delicado...feito história de amor daquelas, feito conto de fadas moderno, os que vivem se encontrando e desencontrando o tempo todo, brincando de esconde-esconde, pega-pega, brincadeiras de crianças-adultas. Hora chega 10 minutos atrasado, hora chega 15 minutos adiantado e hora não chega e tudo pareci não colaborar para que o encontro aconteça. Mas só pareci....um dia eles se encontram, não sei se conseguiram falar, talvez apenas se toquem, talvez se olhem, talvez nada. no silêncio se beijem...

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