sábado, 24 de outubro de 2009

Nada mais nada menos do que 40º à sombra de dia/noite

Muito calor aí? Nossa aqui tá demais! Ai, meu Deus do céu! O chinelos não querem os pés. Ou melhor os pés não querem o chinelo. As roupas não querem o corpo, ou desculpe! Eu quero dizer o corpo não quer as roupas. O pescoço não quer os cabelos. Não, ele quer o vento fresco.A boca seca, pede água. Mas,sei que ela deseja mais.

Então, resolvo rapidinho estes problemas quentes. Na sombra refresquei-me, correndo do sol, abrindo os braços para sentir o vento as roupas balançar, então o corpo se acalma. A boca seca se esbalda com água de coco e sorvete. Sente alívio. Apaziguado todo calor, volta para casa.

Chego às 20h e 30 minutos, com menos calor. Ela disse menos. Quando senti estremecer o corpo no momento de maior quietude. para.respira.senti. É o maldito calor novamente. Rondando feito bicho na espreita da caça. E longe joga os chinelos , põe o menor shorts, a menor blusa, amarra os cabelos, toma água (bem gelada) e senta na escada. Aquela de frente pra rua. E sente o ventinho no corpo, escorrega o copo no rosto, no pescoço, no colo, nas mãos. e acalma-se, lenta e vagarosamente sente o calor passar...
é... aqui...à sombra, é tanto calor! ufa! de dia/noite, ela sente 40º no corpo. é um calor do cão!

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