segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Ensina-me a viver

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Foi boa demais. Um espetáculo, espetacular (?). Raramente para não dizer nunca menciono que fui ao teatro. Ou por frescura ou por não querer mesmo, ou ainda por não saber "falar" da peça como bem mereci. Das coisas nessa vida que amo, teatro está entre as primeiras. Eu amo. Mais do que pensava.E não posso deixar de citar à noite prazerosa, graças ao convite da Lica. A trilha é linda, atuações maravilhosas, aquela diferença boa e contagiante dos contras-regras (super bacana!), a Glória tão divina, dando a dose certa para o jovem ator. Ele que no finalzinho excede , mas nada para estragar a peça, que inteira é bela. E lembrei de Marguerite Duras, a biografia êxtase puro. A relação amorosa com alguém bem mais jovem. No nível da peça, eu creio, nada mesmo é por acaso. Mesmo que seja, eu faço não ser, pq assim há mais vida e sentido a vida que anda sem sentido. (quanta redundância não?). O importante mesmo, a peça é boa e amei, rir e rir , encontrar o prazer de novo. Ir ao teatro sempre é prazeroso. Para lembrar, logo e logo ir atrás do filme, Ensina-me a viver...

Um comentário:

Lilian Borges Poesia disse...

O desafio de aprender a viver é dar o primeiro passo para o desconecido... e dá muito medo...