domingo, 26 de setembro de 2010

Bagunça organizada

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Isto é para dizer que não sou organizada. Não mentira. Coisa mais feia é mentir. A verdade é para dizer que tenho vários livros, não tantos, quanto gostaria. Preciso urgentemente de uma (ou algumas) prateleira. E para dizer que assisto filmes bacanas. Olha, dando uma de intelectual (neste momento, uma risada bem escandalosa), nem de longe e nem de perto. Leio por intuição, por vontade e desejo, quando algo atrai, título ou algum trecho. Praticando o mesmo com filmes. Óbvio, exceto do curso. Música, uma busca incessante. Preciso conhecer, ouvir com calma e no sossego, quase sempre em casa. Além prestar atenção na letra para gostar ou não. Enfim, não é assim com tudo? É...quase tudo. Agora pensando no filme que acabei de assistir, impactou tanto, que estou aqui pensando em ser ou não. Revelar-se ou não, ficar no silêncio às vezes é a melhor opção. Na maioria da vezes sim, a única, mergulhar fundo em você mesmo. O silêncio pode ser enlouquecedor, assustador, e a vontade de não querer voltar, pode ganhar grandes proporções. Por que tudo pareci tão falso, tão superficial. Um lembrete, para rever o filme e não esquecê-lo, se é que consigo. O importante é respeitar-se. E tenho feito na medida das forças e possibilidades. A princípio, um grande passo. Quase atravessar o Atlântico ou dependendo do ângulo o Pacífico...

Um comentário:

Lilian Borges Poesia disse...

O silêncio só parece uma boa saida quando não se tem nada interessante para dizer ou quando o corpo está ocupado com coisas muito mais importantes...