sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Meu amor, HIROSHIMA

Nada. Ninguém. Amor, puro fantasma
que os passeia de leve, assim a cobra
se imprime na lembrança de seu trilho
.

E eles quedam mordidos para sempre
deixaram de existir, mas o existido
continua a doer eternamente.
(Carlos Drummond de Andrade)




( Hiroshima Mon Amour 1959 - Marguerite Duras )

2 comentários:

Lilian Borges Poesia disse...

ela nem gosta desse filme... rererere

Ana... disse...

:)